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La Niña: fenômeno deve retornar ao Brasil no fim de 2021. Saiba quais os impactos na agricultura

la Ninã

Diferenças no clima já foram percebidas na mudança da estação. Com o fenômeno, conhecido por La Niña, as alterações climáticas podem ser ainda maiores. E como a preocupação com a condição do tempo é comum entre todos os produtores, falar sobre o La Niña, desperta a atenção de muitos. O fenômeno já é conhecido, por ser responsável pelas variações na temperatura e níveis de chuva, assim como ocorreu em sua última aparição, que foi no ano de 2020.

Mas, você sabe ao certo quais são os impactos na agricultura e como evitar os prejuízos?

É importante que todos os envolvidos na agricultura entendam o que é o La Niña, para entender quais os principais impactos que ele pode causar nas lavouras. E com isso, ficar preparado para agir quando chegar a hora. Confira aqui algumas informações importantes sobre o assunto.

O que significa La Niña?

La Niña é um evento que ocorre de forma natural no Oceano Pacífico, causando o resfriamento das águas superficiais, o que gera alteração na distribuição de umidade e calor ao redor da terra.

Conforme previsão feita pelo NOAA, Departamento de Meteorologia e Oceanografia dos EUA, há grandes chances de que o fenômeno ocorra novamente no final de 2021. Os dados indicam mais de 70% de certeza para a ocorrência e que as alterações climáticas devem se manter até março de 2022.

Com isso, os efeitos que são esperados no território do Brasil, quando ocorre interferência no clima pelo La Niña, são mudanças nas concentrações de chuvas e temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Nordeste. Em geral, os efeitos são diversos de região para região.

Portanto, é importante estar atento e preparado para conseguir driblar ao máximo os impactos que podem ser causadas sobre a agricultura.

 

Saiba quais os impactos do La Niña no território brasileiro

Como o La Niña influencia na quantidade de chuva e nas temperaturas do País, os impactos são justamente na forma como as culturas se comportam mediante essas alterações.

Após períodos de seca, o La Niña acaba trazendo grande volume de chuvas para determinadas regiões, o que não necessariamente é algo positivo. Apesar das lavouras precisarem de água, o excesso é prejudicial e pode ser tão danoso quanto a estiagem.

Cultivos que possuem necessidade de mais seca para melhor desempenho, podem sofrer com chuvas mais intensas. Porém, também podem ocorrer efeitos positivos, como é o caso dos cultivos de grãos na região nordeste em que há maior incidência de chuva.

Em relação a efeitos negativos, as regiões mais afetadas podem ser a Sul e Sudeste. Colheitas de laranja, por exemplo, podem sofrer redução na safra e ter tamanho do fruto reduzido em razão da típica falta de chuva do La Niña.

Segundo especialistas, a previsão é de que boa parte do centro-sul do país sofra com a falta de chuvas entre o final de 2021 e o início de 2022 devido a configuração de La Niña + DOI negativo. No entanto, pode haver um favorecimento das chuvas no centro-leste do país que devem ficar acima da média climatológica, porém não imagina-se ser o suficiente para suprir o déficit de precipitação da região mais interna do continente.

Em geral as princiais mudanças no Brasil serão:

  • aumento de frentes frias no Sul do país;
  • temperaturas abaixo da média no Sudeste;
  • frente frias que conseguem avançar até o Nordeste;
  • pouca chuva no Sul, Sudeste e Centro-Oeste
  • Muita chuva na região Norte e Nordeste.

 

Impactos na agricultura e como evitar prejuízos

É importante verificar qual o tipo de mudança no clima esperado para cada região de plantio, para que possam ser tomadas decisões e estratégias de prevenção aos efeitos do La Niña em cada região do país.

Dentro disso, nas regiões de maior índice de chuva, uma dica é preparar para a semeadura e aguardar os momentos de sol para realizar o procedimento, pois pode ser que a maior parte do período de seja de chuva.

Nas regiões em que a chuva pode ser escassa, uma dica é não utilizar população grande de plantas no cultivo, utilizando espaçamento maior. Ademais, estar atento para cultivar as plantas em momentos diferentes é importante. Assim, não haverá necessidade hídrica para todas as plantas ao mesmo tempo.

Ademais, quanto à irrigação também é preciso ter preparo e uso controlado, pois não pode haver uso em excesso para evitar esgotamento em períodos de seca.

Em geral pode-se afirmar que o La Ninã tende a favorecer as culturas de inverno como trigo cevada, aveia e prejudicar as culturas de verão como soja, milho e feijão.

Dessa forma, uma questão importante é nutrir o solo. Contar com fertilizantes adequados para ajudar no desenvolvimento acelerado e de qualidade das plantações. Produtos a base de óxidos são um diferencial nesse caso. Os produtos Fertimacro , são ricos em Ca e Mg, nutrientes essenciais para as plantas. E o seu uso proporciona melhor custo-benefício no plantio.

Sendo assim, é um fertilizante essencial para todas as culturas nas diferentes regiões do Brasil. Principalmente quando você deseja se preparar para impactos causados pelo La Niña.

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